7 de jun. de 2013

Brasília - Ouro Preto - Férias

Dia de seguirmos para a próxima etapa da viagem. 


Seguimos orientados pelo Waze, tranquilamente, até que a mão da saída da cidade é mudada para dar mais fluidez a quem vem pela Asa Sul.
Depois de Paracatu a estrada estava em reformas (que não percebemos na vinda por ser domingo ou por ter começado durante a semana), ficando só uma via transitável, acarretando várias paradas de "pare e siga".
Pegamos 1 hora de estrada a noite, que acaba diminuindo o ritmo da viagem. A sinalização para a entrada para Sete Lagoas estava escondida no mato e quase passamos. Tanto que na manhã seguinte já estavam cortando.


Km média: 78,6 km/h
Gastos com:
Combustível: R$ 123,04
Hotel: R$ 142,00 Alimentação: R$ 60,60

Descansamos bastante essa noite, pois estamos com tempo.
Na chegada de Ouro Preto passamos um pouco de sufoco na chegada. O Waze nos enganou. Nos direcionou para uma entrada de pedestres e não conseguiamos achar a entrada do estacionamente. E pior o declíneo das ruas dificultou nosso transporte.
Mas tudo foi compensado com a vista do nosso quarto da Pousada Ouro Preto.
 

5 de jun. de 2013

Brasília - Férias

Essa é a vista do nosso quarto pela manhã.


Entre os dias 03 e 05/06 fomos conhecer a nossa capital. No primeiro dia a pé. Como estávamos pertinho da Esplanada dos Ministérios. Seguimos essa região.
Fazer o trajeto a pé teve seus prós e contras. Contra foi uma lesãozinha no pé, que tive que comprar remédio para dor. E o positivo é que sempre acho que vemos mais coisas a pé do que se estivermos motorizados pois ficamos preocupados com o trânsito.

Estávamos hospedados no X e seguimos em direção à Praça dos Três Poderes seguindo pro leste. Mas sem antes ir no Posto de Informações Turísticas e pegando um mapa como uma viciada em mapas.
Visitamos: Teatro Nacional, Esplanada dos Ministérios (com atenção ao Ministério do Turismo e da Fazenda), Palácio da Justiça, Palácio do Planalto (que tem visitação interna só aos domingos), Praça dos Três Poderes, Panteão da Pátria, Palácio da Justiça, Congresso Nacional (com visita monitorada), Palácio do Itamaraty (com visita monitorada) e Catedral Metropolitana (que para nossa decepção estava fechada).
Como na região do Congresso não tem restaurantes ficamos sem comer nada até as 16h. E o clima nesse horário foi ficando friozinho. Ameaçou uma chuva. Então passamos no Shopping Nacional, em frente ao nosso hotel e comemos, compramos blusas de frio e remédio para meu pé.
Voltamos para o hotel para descansar. E não tivemos coragem de sair. Jantamos lá mesmo.

No dia seguinte fomos resolver o problema da moto e depois continuar os passeios, mas... ficamos lá o dia todo.
Em contato com colegas motociclistas conseguimos indicação de oficina para acertar a parte elétrica da moto.
Fomos primeiro a Moto Mais na Quadra 706/707. Com o mapa na mão não foi tão difícil achar. O problema foi achar a rua que era mão. 
Mecânico tirou pneu e apertou o baú. E descobriu o fio desencapado que estava dando curto. Ou ficava  ligada a lanterna ou o farol. Nos indicaram outra oficina de elétrica, e essa nos indicou outra e acabamos parando na Tribo das Motos, na quadra 703.
O mecânico Davi demorou para chegar mas resolveu a parte elétrica e prendeu melhor o baú.
Tirou o banco e descobrimos toda a fiação queimada. A solução é a troca do comando do farol. Que encontraram só uma numa cidade há 40km dali. A foto é pra se ter uma idéia.
Saímos da oficina no fechamento, às 18h. Aproveitamos e fomos encontrar um amigo de internet.
A noite fizemos o rolé noturno, pra pegar outros focos.


Pela manhã fomos na Feira dos Importados pra procurar GPS mas descobrimos que a autonomia da bateria não vale a pena. Então continuaremos com o Waze.
Na volta com a ajuda da "Raquel" viva-voz do Waze nos levou onde queríamos: Memorial JK, Torre da TV (comecei a sentir vertigens). E lá de cima que tiramos essa panorâmica.

Voltamos ao hotel para deixar as blusas de frio e comer alguma coisa no Chateau Brasil, na praça do hotel.
A tarde seguimos para o Santuário Dom Bosco (lindissimo, recomendo visitar), a Sede da Caixa (com seus vitrais), Ponte JK.
Pensamos em ir na Torre de TV Digital mas percebemos que era muito longe. Voltamos e fomos no Museu Nacional e tentamos novamente ir na catedral mas continuava fechada. Outro que tentamos procurar mas não encontramos é o Museu do Automóvel. Tem placa de indicação mas ele não existe. 

Nossos gastos nos 3 dias em Brasília foram:
Hotel: R$ 864,00
Combustível: R$ 23,78
Alimentação: R$ 393,38
Oficina: R$ 620,00
Outros: R$ 41,50

2 de jun. de 2013

Vitória - Brasília - Férias

Os dois primeiros dias é o trajeto de ida. Resumirei numa única postagem.
Como garupa acumulo a função de fotógrafa. Que me dá a sensação de liberdade.
No quadro abaixo mostra nosso percurso com horário e quilometragem percorrida. As indicações em azul são as paradas de abastecimento.



Km média:      1º dia - 80,2 km/h               2º dia - 80,7 km/h

Gastos dos 2 dias com:
Combustível: R$ 175,82
Hotel: R$ 176,50
Alimentação: R$ 432,20
Diversos: R$ 25,50

A saída foi cedinho para aproveitar o descanso e poder rodar legal. Consegui uma foto que sempre quis
fazer e finalmente consegui. É a imagem do Rio Jucu entre Viana e Domingos Martins antes de começar a subir a Serra da Vista Linda.


A parada em Aracê pra mim é obrigatória. O visual de lá é maravilhoso. Só mesmo contemplando a imagem.

Passando o trajeto de estrada já conhecido, começaram as novidades. O período urbano de Ibatiba com muitas lombadas. Precisando ficar atenta para não voar. rss
Paramos em Realeza para almoçar e descansar. Lá verificamos que o baú estava pegando na descarga. O peso da bagagem forçou para baixo.
Seguindo viagem tem que ficar atento as placas indicando a direção de Belo Horizonte. Dá pra confundir e pegar a direção errada. Lembrar de pegar a rodovia de baixo.
Em João Monlevade fomos avisados por um motorista que o baú estava aberto. A trepidação da estrada e a falta de firmeza do parafuso fez com que a fechadura não segurasse.
Já que paramos para acertar aproveitamos pro descanso e abastecimento.
Apartir desse trajeto a estrada muito ruim e com raros pontos de ultrapassagem. Juntando isso com a imprudência dos motoristas faz com que a rodovia seja muito perigosa e requer atenção redobrada. Trecho com muitos radares.
Pouco antes de chegar em Belo Horizonte um carro capotou e a sinalização da PRF e dos Bombeiros foi muito precária  podendo provocar outros acidentes.
O Anel Viário de Belo Horizonte muito bem sinalizada, tornando fácil a saída para a BR 040.
Na BR040 em direção a Brasília tem muitos radares com velocidade máxima de 70km/h. Mas a estrada muito boa. Nesse trecho passamos por uma das poucas situações de perigo que poderiam nos afetar. Esse trecho todo duplicado. Percebemos que os carros atrás de nós estavam com muita pressa mudamos para a faixa da direita. Nisso que mudamos de faixa um caminhão que estava na direita foi ultrapassar e entrou com tudo sem seta nem nada. Só ouvimos os carros linchando para não baterem. Ficamos imaginando se não tivessemos saído e entrariamos com tudo embaixo do caminhão e provavelmente eu voaria pra frente.
Nos instalando no Hotel Real em Sete Lagoas. Queríamos conhecer pelo menos uma das sete lagoas e fomos jantar no Restaurante Gôndola, na orla da Lagoa Paulino. Vale a pena conferir!!
Voltando ao hotel, simplesmente capotamos na cama.
Recuperados e abastecidos (nós e a moto) seguimos em direção ao destino final - Brasília.
Nos primeiros 100km pista duplicada e muito bem sinalizada. Parecendo mais movimentada. Depois desse trecho sentimos uma distância muito grande entre postos de gasolina e "civilização" rsss. Quando paramos em Três Marias para abastecer nos deparamos com tanque quase seco. A chave da reserva estava virada e consequentemente a moto não pediu a reserva. Chegamos praticamente no cheiro. mas pela falta de postos de combustível é bom redobrar a atenção e não vacilar.
Entre Paracatu e Cristalina encontramos vários comboios e também motos solitárias voltando do Encontro de Motociclistas.
Percebemos problemas na elétrica da moto. Em Cristalina conseguimos um eletricista pra dar uma olhada e ele trocou o fusível queimado. Mas mais adiante parou de funcionar novamente. Fomos até Brasília sem farol achando mais importante ficar com a seta funcionando.
Antes de chegar a Brasília pegamos um transito intenso com muitos radares, obras e desvios.
Mas com ajuda do Waze e informação chegamos ao Hotel Saint Moritz, no Setor Hoteleiro Norte. Reserva feita através do Booking.
A receptividade foi excelente. E o recepcionista nos ofereceu uma vista privilegiada por ser nossa primeira visita a cidade. Muito atencioso.
Só pensamos em comer e descansar e nem ligamos para os probleminhas dos quarto. Que poderiam ser resolvidos no dia seguinte.

31 de mai. de 2013

Férias 2013 - Brasília e Ouro Preto

O Diário de Viagem começa com o planejamento. Não descrevi todas as etapas, mas segue o resumo.

Amanhã começaremos nossa maior aventura de moto.






Percurso:
1º Dia - Vitória/ES → Sete Lagoas/MG
2º Dia - Sete Lagoas/MG → Brasília/DF
3º ao 5º Dias - Brasília/DF
6º Dia - Brasília/DF → Sete Lagoas/MG
7º Dia - Sete Lagoas/MG → Ouro Preto/MG
8º ao 9º Dia - Ouro Preto/MG
10º Dia - Ouro Preto/MG → Vitória/ES

Aproximadamente 2.500km

Equipamento: Shadow 600cc equipada com 2 alforge de fibra.
Hotéis reservados pelo Booking:
- Brasília - Hotel Saint Moritz
- Ouro Preto - Pousada Ouro Preto

GPS: Aplicativo Waze

23 de dez. de 2009

Natal Todo Dia - Roupa Nova


Um clima de sonho se espalha no ar,
Pessoas se olham com brilho no olhar,
A gente já sente chegando o Natal,
É tempo de amor, todo mundo é igual.

Os velhos amigos irão se abraçar,
Os desconhecidos irão se falar,
E quem for criança vai olhar pro céu
Fazendo pedido pro velho Noel

Se a gente é capaz de espalhar alegria,
Se a gente é capaz de toda essa magia,
Eu tenho certeza que a gente podia
Fazer com que fosse Natal todo dia!

Um jeito mais manso de ser e falar,
Mais calma, mais tempo pra gente se dar.
Me diz porque só no Natal é assim?
Que bom se ele nunca tivesse mais fim!

Que o Natal comece no seu coração,
Que seja pra todos, sem ter distinção.
Um gesto, um sorriso, um abraço, o que for,
O melhor presente é sempre o amor.

(Autor: Mauricio Gaetani Tapajós)




5 de out. de 2009

Aracruz, Serra, Vila Velha e Vitória

Desta vez saímos para dar uma de turistas em municípios que conhecemos bem, mas câmera fotográfica em mãos e moto na estrada.

Sábado pela manhã pegamos a estrada rumo a Aracruz, um tanto na dúvida pois o tempo estava nublado. Será que vai chover? Arriscamos e nos demos muito bem, o céu abriu e nos proporcionou um dia lindo. Passamos pelas imensas plantações de eucaliptos, algumas com árvores pequenas e outras enormes, pena que o asfalto não ajudou, muito remendado. Passamos pela fábrica da Aracruz Celulose e seguimos rumo ao mar. Chegamos as praias da Barra do Sahy e Santa Cruz e seguimos pelo litoral.

Paramos em Nova Almeida, na Igreja dos Reis Magos, no alto, com uma vista linda do mar e da cidade. Fotos da paisagem e da igreja. Próxima parada Jacaraípe, e mais praia. Um detalhe, entramos por uma rua errada e tivemos que dar uma volta pois várias ruas são de mão única, mas, no fim deu certo. Seguimos na estrada rumo a Vila Velha.



Passamos pela Terceira Ponte, sendo premiados com uma paisagem lidíssima da Baia de Vitória. Subimos a estrada rústica em meio a uma floresta rumo ao Convento da Penha. Poses para fotos, apreciando linda paisagem da Terceira Ponte, agora fora dela, o mar e os prédios de Vitória, uma enorme bandeira brasileira e o quartel do 38º Batalhão de Infantaria, até vimos a caravela dos 500 anos ancorada. Subimos os degraus de pedra até a capela do Convento, lá em cima mais fotos, até da fábrica de chocolates Garoto ao fundo. Após a seção de fotos descemos até a Igreja do Rosário, na Prainha. Passamos no supermercado para comprar alimento para a inscrição do encontro de motociclistas organizado pelo motoclube Réptéis do Asfalto comemorando seu 11º aniversário, ali na Prainha. Uma linda festa com muitos motociclistas e suas máquinas, muito rock and roll e bate-papo com os amigos. Dormimos esta noite na casa da minha mãe (Carlos), afinal colo de mamãe sempre é muito bom, em todas as idades.

Pela manhã pegamos a estrada em direção a capital do estado - Vitória, no caminho um susto parecia uma pane seca, na reserva do combustível chegamos a um posto e abastecemos.

Em Vitória visitamos a parte antiga da cidade, a Catedral Metropolitana e o Palácio Anchieta, sede do governo estadual, e fotos para variar. Visitamos, ainda, a Praça do Papa onde João Paulo II rezou missa quando visitou o Espírito Santo, e, também, a Ilha do Boi, área nobre com bela paisagem. Almoço no shopping, pois ninguém é de ferro e seguimos para nossa última parada do roteiro, na Serra sede. Ao fim da viagem, uma boa lavada na moto para variar.

E assim foi mais um roteiro de viagem pelas cidades de nosso querido Espírito Santo.

















15 de set. de 2009

Parte 4 - Regiões do Caparaó, Polo Cachoeiro e Sudoeste Serrana

Na manhã do quarto dia tiramos algumas fotos em Venda Nova do Imigrante e partimos com tempo nublado e frio para Laranja da Terra.

No trajeto de Afonso Cláudio a Laranja da Terra algumas surpresas: primeiro trechos com chuva, depois ficamos boquiabertos com a situação da estrada, vários trechos sem asfalto, terra mesmo, e duas pontes improvisadas de madeira, que servem para todo tráfego do município, incluído caminhões pesados, ônibus e demais veículos, um cúmulo de absurdo e perigo. Que medo! Que insegurança! Que vergonha para o poder público da município!



No trajeto de volta para Afonso Cláudio, devido à forte chuva, paramos no Museu de Guerra, muito interessante a representação com bonecos em tamanho natural de momentos de guerra, equipamentos e utensílio utilizados em combate, um acervo realmente fascinante. Ao chegarmos ao museu não havia ninguém lá, como o portão estava aberto entramos, logo vimos os bonecos, ficamos imaginando o filme Casa de Cera e sempre prontos para correr, se fosse o caso, mas não precisou, logo apareceu um funcionário que nos apresentou todo o museu.

Em Afonso Cláudio, sem chuva, almoçamos e seguimos na BR 262 para Marechal Floriano. Foto na estação ferroviária e visita ao único orquidário em mata nativa do Brasil, muito lindo.

Nosso descanso do dia foi em Campinho, Domingos Martins. Claro que tomamos aquele vinho delicioso num frio de 18 graus. Queremos lembrar a todos se pedirem algum prato com alface favor olhar com cuidado, pois poderá haver alimento vivo no prato, aconteceu conosco. Findo nosso quarto dia de viagem e contabilizados mais 344 km rodados.

Quinto dia começou debaixo de muita chuva na saída de Campinho, mas melhorou à medida que descíamos a serra. Parada certa no Vista Linda para fotos e depois somente em Viana, nossa última cidade deste roteiro. Chegada em casa, João Neiva, precisamente às 13:20h com 1.400km rodados em cinco dias de viagem, visitadas 25 sedes de municípios de nosso estado do Espírito Santo.

Valeu a aventura, mas nada como chegar a casa, tomar um bom banho e relaxar, afinal... Estou em férias!