11 de jun de 2013

Resumo da Viagem

Roteiro: Vitoria → Brasília → Ouro Preto → Vitória

Período: 01 a 10/06/2013

Km total: 2.740,2 km
Km média total: 80,6km/h

Consumo total: 119,53 l
Consumo médio: 22,95 km/l

Custos:
Hospedagem: R$ 1.692,50
Combustivel: R$ 408,69
Alimentação: R$ 1.194,28
Oficina: R$ 660,00
Outros: R$ 304,30

Total: R$  4.259,77 = R$ 425,97 por dia

10 de jun de 2013

Ouro Preto - Vitória - Férias

A viagem está chegado ao fim. Falta somente mais uma etapa.
Saindo de Ouro Preto a moto tombou e quebrou a pedaleira. Então antes de pegar a estrada definitivo tivemos que consertar.
Fora isso a viagem foi bem tranquila.


Km média: 67km/h

Gastos com:
Combustível: R$ 86,05
Alimentação: R$ 22,50
Outros: R$ 20,00

9 de jun de 2013

Ouro Preto - Férias

Descobrimos que em Ouro Preto quase tudo é pago. Quase todas as igrejas tem taxa de visitação.
Na entrada da cidade pedimos informação na Associação de Guias de Turismo e o mapa oferecido lá é pago. E muito ruim. Não comprem, pois no Posto de Informações na Praça Tiradentes tem um muito melhor e gratuito.
Nos instalamos e saímos para almoçar no Restaurante Forno de Barro, bem na praça. Comida mineira servida no forno a lenha.
Já estando ali  fomos visitar: Museu da Inconfidência (pago), Praça Tiradentes, Igreja N. Sra do Carmo (pago), Casa dos Contos.
A Pousada Ouro Preto oferece aos hóspedes um chá da tarde. Bem acolhedor fazendo uma integração entre os hóspedes. Muito gostoso. A troca de experiências de quem está saindo e de quem está chegando.
 
Saímos para jantar e na rua da pousada tem o Chalet dos Caldos.

No dia seguinte fomos para Mariana no Trem da Vale. Uma viagem de 1 hora de trem. Infelizmente não era de maria fumaça pois estava em manutenção. Voltamos de ônibus para para da Mina da Passagem em Passagem de Mariana.
Voltamos para Ouro Preto de ônibus e continuamos a visitação às Igrejas: S. Francisco de Paula, de São José e vimos de longe a N. Sra do Rosário.
Almoçamos na Adega do Ouro. Um restaurante bem simpático de comida. advinhem, mineira. rsss  

A tarde fomos na Igreja Matriz N. Sra do Carmo. Indico aceitar a orientação de um guia. Vale a pena pelas histórias transmitidas.
A noite fomos na pizzaria O Passo. Ambiente bem pitoresco. Mas de alto nível.

No nosso último dia na cidade, continuamos nossa peregrinação por: Igreja S. Francisco de Assis, Igreja N. Sra das Mercês e Misericórdia, Igreja N. Sra da Conceição.


Gastos dos 3 dias em Ouro Preto:
Hospedagem: R$ 510,00
Alimentação: R$ 415,15
Passeio e Ingressos: R$ 212,80
Outros: R$ 50,00

7 de jun de 2013

Brasília - Ouro Preto - Férias

Dia de seguirmos para a próxima etapa da viagem. 


Seguimos orientados pelo Waze, tranquilamente, até que a mão da saída da cidade é mudada para dar mais fluidez a quem vem pela Asa Sul.
Depois de Paracatu a estrada estava em reformas (que não percebemos na vinda por ser domingo ou por ter começado durante a semana), ficando só uma via transitável, acarretando várias paradas de "pare e siga".
Pegamos 1 hora de estrada a noite, que acaba diminuindo o ritmo da viagem. A sinalização para a entrada para Sete Lagoas estava escondida no mato e quase passamos. Tanto que na manhã seguinte já estavam cortando.


Km média: 78,6 km/h
Gastos com:
Combustível: R$ 123,04
Hotel: R$ 142,00 Alimentação: R$ 60,60

Descansamos bastante essa noite, pois estamos com tempo.
Na chegada de Ouro Preto passamos um pouco de sufoco na chegada. O Waze nos enganou. Nos direcionou para uma entrada de pedestres e não conseguiamos achar a entrada do estacionamente. E pior o declíneo das ruas dificultou nosso transporte.
Mas tudo foi compensado com a vista do nosso quarto da Pousada Ouro Preto.
 

5 de jun de 2013

Brasília - Férias

Essa é a vista do nosso quarto pela manhã.


Entre os dias 03 e 05/06 fomos conhecer a nossa capital. No primeiro dia a pé. Como estávamos pertinho da Esplanada dos Ministérios. Seguimos essa região.
Fazer o trajeto a pé teve seus prós e contras. Contra foi uma lesãozinha no pé, que tive que comprar remédio para dor. E o positivo é que sempre acho que vemos mais coisas a pé do que se estivermos motorizados pois ficamos preocupados com o trânsito.

Estávamos hospedados no X e seguimos em direção à Praça dos Três Poderes seguindo pro leste. Mas sem antes ir no Posto de Informações Turísticas e pegando um mapa como uma viciada em mapas.
Visitamos: Teatro Nacional, Esplanada dos Ministérios (com atenção ao Ministério do Turismo e da Fazenda), Palácio da Justiça, Palácio do Planalto (que tem visitação interna só aos domingos), Praça dos Três Poderes, Panteão da Pátria, Palácio da Justiça, Congresso Nacional (com visita monitorada), Palácio do Itamaraty (com visita monitorada) e Catedral Metropolitana (que para nossa decepção estava fechada).
Como na região do Congresso não tem restaurantes ficamos sem comer nada até as 16h. E o clima nesse horário foi ficando friozinho. Ameaçou uma chuva. Então passamos no Shopping Nacional, em frente ao nosso hotel e comemos, compramos blusas de frio e remédio para meu pé.
Voltamos para o hotel para descansar. E não tivemos coragem de sair. Jantamos lá mesmo.

No dia seguinte fomos resolver o problema da moto e depois continuar os passeios, mas... ficamos lá o dia todo.
Em contato com colegas motociclistas conseguimos indicação de oficina para acertar a parte elétrica da moto.
Fomos primeiro a Moto Mais na Quadra 706/707. Com o mapa na mão não foi tão difícil achar. O problema foi achar a rua que era mão. 
Mecânico tirou pneu e apertou o baú. E descobriu o fio desencapado que estava dando curto. Ou ficava  ligada a lanterna ou o farol. Nos indicaram outra oficina de elétrica, e essa nos indicou outra e acabamos parando na Tribo das Motos, na quadra 703.
O mecânico Davi demorou para chegar mas resolveu a parte elétrica e prendeu melhor o baú.
Tirou o banco e descobrimos toda a fiação queimada. A solução é a troca do comando do farol. Que encontraram só uma numa cidade há 40km dali. A foto é pra se ter uma idéia.
Saímos da oficina no fechamento, às 18h. Aproveitamos e fomos encontrar um amigo de internet.
A noite fizemos o rolé noturno, pra pegar outros focos.


Pela manhã fomos na Feira dos Importados pra procurar GPS mas descobrimos que a autonomia da bateria não vale a pena. Então continuaremos com o Waze.
Na volta com a ajuda da "Raquel" viva-voz do Waze nos levou onde queríamos: Memorial JK, Torre da TV (comecei a sentir vertigens). E lá de cima que tiramos essa panorâmica.

Voltamos ao hotel para deixar as blusas de frio e comer alguma coisa no Chateau Brasil, na praça do hotel.
A tarde seguimos para o Santuário Dom Bosco (lindissimo, recomendo visitar), a Sede da Caixa (com seus vitrais), Ponte JK.
Pensamos em ir na Torre de TV Digital mas percebemos que era muito longe. Voltamos e fomos no Museu Nacional e tentamos novamente ir na catedral mas continuava fechada. Outro que tentamos procurar mas não encontramos é o Museu do Automóvel. Tem placa de indicação mas ele não existe. 

Nossos gastos nos 3 dias em Brasília foram:
Hotel: R$ 864,00
Combustível: R$ 23,78
Alimentação: R$ 393,38
Oficina: R$ 620,00
Outros: R$ 41,50

2 de jun de 2013

Vitória - Brasília - Férias

Os dois primeiros dias é o trajeto de ida. Resumirei numa única postagem.
Como garupa acumulo a função de fotógrafa. Que me dá a sensação de liberdade.
No quadro abaixo mostra nosso percurso com horário e quilometragem percorrida. As indicações em azul são as paradas de abastecimento.



Km média:      1º dia - 80,2 km/h               2º dia - 80,7 km/h

Gastos dos 2 dias com:
Combustível: R$ 175,82
Hotel: R$ 176,50
Alimentação: R$ 432,20
Diversos: R$ 25,50

A saída foi cedinho para aproveitar o descanso e poder rodar legal. Consegui uma foto que sempre quis
fazer e finalmente consegui. É a imagem do Rio Jucu entre Viana e Domingos Martins antes de começar a subir a Serra da Vista Linda.


A parada em Aracê pra mim é obrigatória. O visual de lá é maravilhoso. Só mesmo contemplando a imagem.

Passando o trajeto de estrada já conhecido, começaram as novidades. O período urbano de Ibatiba com muitas lombadas. Precisando ficar atenta para não voar. rss
Paramos em Realeza para almoçar e descansar. Lá verificamos que o baú estava pegando na descarga. O peso da bagagem forçou para baixo.
Seguindo viagem tem que ficar atento as placas indicando a direção de Belo Horizonte. Dá pra confundir e pegar a direção errada. Lembrar de pegar a rodovia de baixo.
Em João Monlevade fomos avisados por um motorista que o baú estava aberto. A trepidação da estrada e a falta de firmeza do parafuso fez com que a fechadura não segurasse.
Já que paramos para acertar aproveitamos pro descanso e abastecimento.
Apartir desse trajeto a estrada muito ruim e com raros pontos de ultrapassagem. Juntando isso com a imprudência dos motoristas faz com que a rodovia seja muito perigosa e requer atenção redobrada. Trecho com muitos radares.
Pouco antes de chegar em Belo Horizonte um carro capotou e a sinalização da PRF e dos Bombeiros foi muito precária  podendo provocar outros acidentes.
O Anel Viário de Belo Horizonte muito bem sinalizada, tornando fácil a saída para a BR 040.
Na BR040 em direção a Brasília tem muitos radares com velocidade máxima de 70km/h. Mas a estrada muito boa. Nesse trecho passamos por uma das poucas situações de perigo que poderiam nos afetar. Esse trecho todo duplicado. Percebemos que os carros atrás de nós estavam com muita pressa mudamos para a faixa da direita. Nisso que mudamos de faixa um caminhão que estava na direita foi ultrapassar e entrou com tudo sem seta nem nada. Só ouvimos os carros linchando para não baterem. Ficamos imaginando se não tivessemos saído e entrariamos com tudo embaixo do caminhão e provavelmente eu voaria pra frente.
Nos instalando no Hotel Real em Sete Lagoas. Queríamos conhecer pelo menos uma das sete lagoas e fomos jantar no Restaurante Gôndola, na orla da Lagoa Paulino. Vale a pena conferir!!
Voltando ao hotel, simplesmente capotamos na cama.
Recuperados e abastecidos (nós e a moto) seguimos em direção ao destino final - Brasília.
Nos primeiros 100km pista duplicada e muito bem sinalizada. Parecendo mais movimentada. Depois desse trecho sentimos uma distância muito grande entre postos de gasolina e "civilização" rsss. Quando paramos em Três Marias para abastecer nos deparamos com tanque quase seco. A chave da reserva estava virada e consequentemente a moto não pediu a reserva. Chegamos praticamente no cheiro. mas pela falta de postos de combustível é bom redobrar a atenção e não vacilar.
Entre Paracatu e Cristalina encontramos vários comboios e também motos solitárias voltando do Encontro de Motociclistas.
Percebemos problemas na elétrica da moto. Em Cristalina conseguimos um eletricista pra dar uma olhada e ele trocou o fusível queimado. Mas mais adiante parou de funcionar novamente. Fomos até Brasília sem farol achando mais importante ficar com a seta funcionando.
Antes de chegar a Brasília pegamos um transito intenso com muitos radares, obras e desvios.
Mas com ajuda do Waze e informação chegamos ao Hotel Saint Moritz, no Setor Hoteleiro Norte. Reserva feita através do Booking.
A receptividade foi excelente. E o recepcionista nos ofereceu uma vista privilegiada por ser nossa primeira visita a cidade. Muito atencioso.
Só pensamos em comer e descansar e nem ligamos para os probleminhas dos quarto. Que poderiam ser resolvidos no dia seguinte.